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18 de Maio [May. 18th, 2008|07:47 pm]
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18 de Maio

Produção artesanal.
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E a taça é nossa! [May. 18th, 2008|07:41 pm]
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Hahaha!! Tomem lá!!!

LA LA LA LA LA LA LA!!!
LA LA LA LA LA LA LA!!!


:D
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17 de Maio [May. 17th, 2008|09:11 pm]
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17 de Maio
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16 de Maio [May. 16th, 2008|07:27 pm]
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16 de Maio



Estamos melhorzinhos. :)
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Duffy [May. 16th, 2008|03:07 pm]
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E esta senhora?

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15 de Maio [May. 15th, 2008|09:42 pm]
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15 de Maio
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14 de Maio [May. 14th, 2008|09:19 pm]
[Current Music |Frank Sinatra, Come Fly With Me (Live)]

14 de Maio
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13 de Maio [May. 13th, 2008|11:11 am]
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13 de Maio
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12 de Maio [May. 12th, 2008|10:03 pm]
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12 de Maio



A número 100. :)
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11 de Maio [May. 11th, 2008|01:20 pm]
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11 de Maio
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10 de Maio [May. 10th, 2008|07:11 pm]
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10 de Maio
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9 de Maio [May. 10th, 2008|12:25 am]
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9 de Maio
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Fight Club [May. 9th, 2008|10:45 pm]
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Bem, depois de n tentativas para ver o Fight Club e acabar por adormecer sempre a meio, a ver vamos se é desta.

Não sei porquê, mas tenho as minhas dúvidas.
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MANIFESTO EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA [May. 9th, 2008|12:37 pm]

MANIFESTO
EM DEFESA DA LÍNGUA PORTUGUESA
CONTRA O ACORDO ORTOGRÁFICO

(Ao abrigo do disposto nos Artigos n.ºs  52.º da Constituição da República Portuguesa,  247.º a 249.º do Regimento da Assembleia da República, 1.º nº. 1, 2.º n.º 1, 4.º,  5.º   6.º e seguintes,  da Lei que regula o exercício do Direito de Petição)


Ex.mo Senhor Presidente da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Presidente da Assembleia da República Portuguesa
Ex.mo Senhor Primeiro-Ministro de Portugal

 

1 – O uso oral e escrito da língua portuguesa degradou-se a um ponto de aviltamento inaceitável, porque fere irremediavelmente a nossa identidade multissecular e o riquíssimo legado civilizacional e histórico que recebemos e nos cumpre transmitir aos vindouros. Por culpa dos que a falam e escrevem, em particular os meios de comunicação social; mas ao Estado incumbem as maiores responsabilidades porque desagregou o sistema educacional, hoje sem qualidade, nomeadamente impondo programas da disciplina de Português nos graus básico e secundário sem valor científico nem pedagógico e desprezando o valor da História.
Se queremos um Portugal condigno no difícil mundo de hoje, impõe-se que para o seu desenvolvimento sob todos os aspectos se ponha termo a esta situação com a maior urgência e lucidez.

2 – A agravar esta situação, sob o falso pretexto pedagógico de que a simplificação e uniformização linguística favoreceriam o combate ao analfabetismo (o que é historicamente errado), e estreitariam os laços culturais (nada o demonstra), lançou-se o chamado Acordo Ortográfico, pretendendo impor uma reforma da maneira de escrever mal concebida, desconchavada, sem critério de rigor, e nas suas prescrições atentatória da essência da língua e do nosso modelo de cultura. Reforma não só desnecessária mas perniciosa e de custos financeiros não calculados. Quando o que se impunha era recompor essa herança e enriquecê-la, atendendo ao princípio da diversidade, um dos vectores da União Europeia.
Lamenta-se que as entidades que assim se arrogam autoridade para manipular a língua (sem que para tal gozem de legitimidade ou tenham competência) não tenham ponderado cuidadosamente os pareceres científicos e técnicos, como, por exemplo, o do Prof. Óscar Lopes, e avancem atabalhoadamente sem consultar escritores, cientistas, historiadores e organizações de criação cultural e investigação científica. Não há uma instituição única que possa substituir-se a toda esta comunidade, e só ampla discussão pública poderia justificar a aprovação de orientações a sugerir aos povos de língua portuguesa.

3 – O Ministério da Educação, porque organiza os diferentes graus de ensino, adopta programas das matérias, forma os professores, não pode limitar-se a aceitar injunções sem legitimidade, baseadas em “acordos” mais do que contestáveis. Tem de assumir uma posição clara de respeito pelas correntes de pensamento que representam a continuidade de um património de tanto valor e para ele contribuam com o progresso da língua dentro dos padrões da lógica, da instrumentalidade e do bom gosto. Sem delongas deve repor o estudo da literatura portuguesa na sua dignidade formativa.
O Ministério da Cultura pode facilitar os encontros de escritores, linguistas, historiadores e outros criadores de cultura, e o trabalho de reflexão crítica e construtiva no sentido da maior eficácia instrumental e do aperfeiçoamento formal.

4 – O texto do chamado Acordo sofre de inúmeras imprecisões, erros e ambiguidades – não tem condições para servir de base a qualquer proposta normativa.
É inaceitável a supressão da acentuação, bem como das impropriamente chamadas consoantes “mudas” – muitas das quais se lêem ou têm valor etimológico indispensável à boa compreensão das palavras.
Não faz sentido o carácter facultativo que no texto do Acordo se prevê em numerosos casos, gerando-se a confusão.
Convém que se estudem regras claras para a integração das palavras de outras línguas dos PALOP, de Timor e de outras zonas do mundo onde se fala o Português, na grafia da língua portuguesa.
A transcrição de palavras de outras línguas e a sua eventual adaptação ao português devem fazer-se segundo as normas científicas internacionais (caso do árabe, por exemplo).

Recusamos deixar-nos enredar em jogos de interesses, que nada leva a crer de proveito para a língua portuguesa. Para o desenvolvimento civilizacional por que os nossos povos anseiam é imperativa a formação de ampla base cultural (e não apenas a erradicação do analfabetismo), solidamente assente na herança que nos coube e construída segundo as linhas mestras do pensamento científico e dos valores da cidadania.

Os signatários,

Ana Isabel Buescu
António Emiliano
António Lobo Xavier
Eduardo Lourenço
Helena Buescu
Jorge Morais Barbosa
José Pacheco Pereira
José da Silva Peneda
Laura Bulger
Luís Fagundes Duarte
Maria Alzira Seixo
Mário Cláudio
Miguel Veiga
Paulo Teixeira Pinto
Raul Miguel Rosado Fernandes
Vasco Graça Moura
Vítor Manuel Aguiar e Silva
Vitorino Barbosa de Magalhães Godinho
Zita Seabra

Caso pretenda adicionar a sua assinatura a este Manifesto, insira os seus dados nos campos abaixo indicados.
Obrigado.

As primeiras 17.300 assinaturas serão entregues em 8/5/2008 a S. Ex.ª o Senhor Presidente da Assembleia da República. A recolha de assinaturas continuará em linha na internet, até data a anunciar. Oportunamente, o mesmo documento será entregue a S. Ex.ª o Presidente da República e a S. Ex.ª o Primeiro-ministro, acrescido das assinaturas que se vierem a registar até então.



ASSINEM AQUI
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8 de Maio [May. 8th, 2008|09:45 pm]
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8 de Maio
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Não aos chumbos, essa coisa retrógrada. [May. 7th, 2008|08:23 pm]
Eu confesso que já tinha ouvido, há umas semanas, uns zum zuns, mas não queria acreditar.
Parece que a senhora dona Lurdes quer proibir chumbos. Hahahahaha! Isto só mesmo rindo, porque já lá não vai de outra forma.
Passa-se tudo administrativamente, então porque não?
Para quê professores? Para quê escolas? Para quê ensino obrigatório onde assim como assim não se aprende nada de importante?
Acho muito bem! Palminhas senhora dona Lurdes.
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7 de Maio [May. 7th, 2008|07:45 pm]
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7 de Maio
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6 de Maio [May. 6th, 2008|02:04 pm]
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6 de Maio
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Visita à escola [May. 6th, 2008|11:13 am]
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José Sócrates está a visitar uma escola primária e entra na sala da quarta classe. As crianças estão a discutir as palavras e os seus significados.

O professor pergunta ao 1.º ministro se ele quer moderar o debate, sobre o significado da palavra 'tragédia'. Então Sócrates pede à turma um exemplo de uma 'tragédia'.

Um rapazinho levanta a mão e diz, 'se o meu melhor amigo, que mora na casa ao lado, atravessar a rua e for atropelado por um carro, isso era uma tragédia'.

'Não', diz o Primeiro, 'isso seria um acidente, pois ninguém teve culpa'.

Uma menina diz: 'se um autocarro cair duma ponte por culpa do motorista, e todos os que lá iam morrerem, isso seria uma tragédia'.

'Também não', explica Sócrates. 'isso seria o que nós chamamos UMA GRANDE PERDA'.

A sala fica silenciosa. Mais nenhuma criança quer arriscar. O primeiro ministro pergunta outra vez: 'Há aqui alguém que me possa dar um exemplo de uma tragédia?'

Finalmente, no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão. Muito baixinho, diz 'Se o sr. regressar a Lisboa no avião do Governo e ele for atingido por um míssil dos terroristas, e explodir no céu, isso seria uma tragédia'.

'Correcto!', exclama Sócrates, 'muito bem. E podes dizer-nos PORQUE É QUE isso seria uma tragédia?'

'Bem', começa o Joãozinho, 'porque, como o sr. explicou, não seria um acidente e, como toda a gente sabe, não seria uma grande perda!'
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5 de Maio [May. 5th, 2008|09:49 pm]
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5 de Maio
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